Maternal Segundo Domingo de Maio

Posted by Italo Stauffenberg Marcadores: , , , , , , , ,

      Você sabia que uma cidadã norte-americana chamada Anna Jarvis iniciou uma campanha para instituir o Dia das Mães?
     Acontece que Anna perdeu a mãe em 1905 perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Anna quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais. Depois de muito tempo, Anna conseguiu que o presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), estabelecesse o Dia Nacional das Mães que deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio.
      No Brasil o primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
      Confesso a você que a informação acima extraída da internet muito me admirou. Desde pequenos somos convencionados que todo segundo domingo do mês de maio é o dia das mães, mas nunca nos perguntamos o que levou este dia a ser o dia das mães, não é verdade? Sempre queremos fazer deste dia o melhor dia do ano para nossas mães, por que, afinal de contas, este é o dia delas. Entretanto, mãe não é mãe só uma vez por ano assim como filho não é filho só por um dia.
      Minha formação cristã me afirma que mãe é um presente de Deus. As mães são seres que Deus colocou na vida dos filhos para os educarem, orientarem no melhor caminho que devem andar. A mãe sempre pensa no melhor para seu filho mesmo que sua decisão não seja bem vista pelo próprio filho. A mãe se preocupa tanto que, por muitas vezes, acaba sendo chata. A mãe não tem um significado qualquer. A mãe é algo indescritível. Mãe é mãe e ponto final.
      Fico me perguntado como seria a minha vida sem a minha mãe. Tento ser o mais impessoal possível em alguns posts, mas não há como falar de alguém que é tão importante na minha vida sem mencionar suas qualidades e até os defeitos que fazem deste ser alguém célebre, de extrema valia para mim. Minha mãe é guerreira, nordestina, sangue quente, pavio curto. Minha mãe é ousada, valente, brava e humana. Minha mãe é minha mãe. rs’
      Acredito que Deus nos dá aquilo que nós merecemos e eu mereço a mãe que eu tenho. Ela é tudo o que eu preciso. Sua proteção me faz querer progredir e seus ensinamentos me tornam um homem melhor. Eu poderia descrever com mil adjetivos a minha mãe, mas essa não é a minha intenção, pois nem mil adjetivos seriam capazes de expressar, em sua totalidade, o que minha mãe representa para mim. Obrigado, mãe. Você é uma jóia rara, um diamante que Deus fez questão de presentear somente a mim. Te amo.

 Dona Cidilene, posando em frente de uma cachoeira, no interior do Piauí
"Olá, pessoas! Tudo bom com vocês? Espero que sim. Olha, este mês de maio vai ser maaaaaassa pra mim. Tenho uma viagem para São Paulo agendada no final do mês e no início do mês de junho estarei indo a Brasília para o show da banda Jesus Culture, ou seja, se Deus quiser haverá muito o que lhes contar. Fiquem com Deus. Inté."

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2011 por Natalia Araújo 2013 por Allan Penteado. Exclusivamente para o blog Manuscrito. Cópia parcial ou integral é totalmente proibida.